terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Feliz 2010


Olá,

Nesse ano de 2009 tivemos muitas conquistas. O tema da inovação com o qual viemos trabalhando há mais de 4 anos ganhou destaque, capa de jornais e revistas especializadas. A crise por incrivel que pareça ressaltou a relevância da inovação para a competitividade futura das empresas.
De nosso lado desenvolvemos ferramentas (testes para medir a inovatividade da empresa e do individuo), veículos (o innovation insight, o correio da inovação), lançamos o livro Gestão da Inovação na Prática e por fim anunciamos nos últimos dias de 2009 nossa parceria com a BrightIdea para trazer ao Brasil o software de gestão da inovação líder mundial no segmento, o Websotrm 5.0.
Em 2010 desejamos a todos amigos, clientes, parceiros e interessados no mundo da inovação um ano cheio de realizações. Que as ideias de potencial inovador se transformem nas inovaçÕes radicais que irão mudar para melhor o futuro das nossas empresas e da nossa sociedade!
Que venha o 2010!

Abs
Max e Felipe

domingo, 20 de dezembro de 2009

Software de Gestão da Inovação - case Fortune Green


Olá,

Tudo bem?

Os recursos tecnológicos atualmente disponíveis ampliam as possibilidades de conexao, geração de idéias e participação além fronteiras para inovação. Diferentes empresas tem utilizado soluções de crowdsourcng e redes sociais para aumentar a produtividade da inovação.

No entanto, esses recursos e soluções não tem sido circunscritos as empresas. Determinadas institucoes sociais e eventos tem aproveitado tais ferramentas para ampliar a participação da comunidade com temas de interesse geral como pobreza, energias renováveis, sustentabilidade entre outras temáticas.

A Revista Fortune, uma das mais prestigiadas publicações de negócios do mundo está lançando um brainstorming global pela internet conectado a uma conferencia destinada a altos executivos para propor soluções de energia e sustentabilidade.

O evento de 2009 contou com a participação do Sr. Bioll Clinton ex presidente dos EUA e Bill Ford chaiman e CEO da Ford Motors COmpany entre outros renomados pensadores0.

O evento contará com palestrantes renomados e na edição de 2010 haverá a possibilidade de participação de todo o publico interessado no tema viabilizada pelo Webstorm, software de inovação da BrightIdea, líder mundial na área, parceira da Innoscience no Brasil.

O software viabiliza todo o processo de coleta, colaboração, votação e gestão de projetos inovadores. A interface intuituiva e os recursos de segurança permitem uma ótima experiência do usuário.

Querendo saber mais sobre o software acessa www.softwaredeinovacao.com.br

Na sua empresa utilizam algum software pra gerenciar a inovação? Compartilhe conosco!

abs
Max

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Quer criar um carro novo? Co-criação na FIAT


Olá,

Tudo bem? Depois de comentar as mais inovadoras do Sul da Revista Amanhã na qual desenvolvemos um teste pra medir as competências dos executivos para inovar para relatar um caso de co-criação. Co-criação tem sido um conceito bem difundido dentro do campo da inovação. O especialista do MIT Eric Von Hippel escreveu muito sobre essa possibilidade de colocar o cliente dentro do processo de desenvolvimento de novos produtos, processos. Enfim, chamar o cliente pra inovar junto com a empresa. A matéria abaixo da Revista Exame aborda o tema. Acessei o site! Muito legal! Tem orientações sobre como colaborar, como dar ideias.... Não importa que o carro não será comercializado (é um carro conceito). Essa iniciativa sinaliza a mudança dos processos de inovação mesmo em gigantes como a Italiana Fiat. Mais e mais setores percebem que as alternativas de open innovation e co-criação são ótimas oportunidades se bem administradas. Falamos muito nisso no Gestão da Inovação na Prática! Vale conferir! E você, quer criar um carro junto?
abs
Max

Quer ajudar a criar um carro?

por Cristiane Correa

Em agosto, a subsidiária brasileira da Fiat colocou no ar um site que convida os consumidores a mandar idéias que possam ser incorporadas a um carro conceito da montadora. À primeira vista a ideia pode soar um tanto maluca. Será que os clientes tem interesse em participar de algo assim? E mais: será que as ideias seriam viáveis? Um balanço do desempenho do projeto mostra que a resposta é sim – para as duas perguntas. Mais de 1 milhão de visitantes já passaram pelo site e quase 11 600 sugestões foram cadastradas. Uma das mais curiosas é a do “carro-refil”, que permite que o consumidor troque algumas peças e acessórios sempre que a montadora faça atualização do visual do carro (assim, seu carro estará sempre com cara de novo).
Por que a Fiat está levando adiante essa iniciativa de de criação colaborativa? “O modelo que a indústria usou até agora para desenvolver automóveis, baseado em conceitos como Taylorismo e Fordismo, remete ao século passado. As montadoras precisam buscar uma nova maneira de criar seus produtos”, disse João Ciaco, diretor de publicidade e marketing de relacionamento da Fiat. Para Ciaco, esse exercício de futurologia feito agora em parceria com consumidores é um teste que poderá servir como uma espécie de inspiração para o desenvolvimento de novos carros comerciais da montadora.
A partir de janeiro, a Fiat vai começar a selecionar as ideias do site e colocar algumas delas em prática. O carro conceito (lembro novamente que ele não será comercializado) será apresentado no Salão do Automóvel, no segundo semestre de 2010.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

As mais inovadoras do Sul


Olá,

Tudo bem? Já comprou a Revista Amanhã de novembro? Está toda focada em inovação. Entre outros destaques há a relação das Campeãs da Inovação na Região Sul, área de cobertura da Revista. Olha só o ranking, além das mais inovadoras há as mais inovadoras em determinadas dimensões avaliadas.

O que você achou?

CONFIRA AS VENCEDORAS As 10 empresas mais inovadoras do Sul

1. Embraco (SC) 2. Intecnial (RS) 3. O Boticário (PR) 4. Grupo Artecola (RS) 5. Grendene S/A (RS) 6. Marcopolo (RS) 7. Semeato (RS) 8. Whirlpool (SC) 9. PUCRS (RS) 10. Banrisul (RS)

Para saber as mais inovadoras em cada dimensão vá ao site da Revista Amanhã

abs

Max

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Que tipo de inovador é você?


Olá,
Tudo bem? Temos sido constantemente questionado por executivos sobre o "perfil" do profissional inovador. Será que nascemos com tal perfil? E se não tivermos o perfil? Ou se esse perfil for daquele "gênio criativo" e eu for um bom gestor de projetos, será o fim da linha da inovação pra mim?
Felizmente não.
A melhor forma de entender o profissional inovador não é buscando um perfil mas compreendendo os desafios que os executivos enfrentam ao gerir projetos inovadores. Esses desafios são circunstâncias que exigem diferentes competências.
Cada uma das fases do processo de inovação - idealização, conceituação, experimentação e implementação - demandam conhecimentos, habilidades e atitudes diferentes.
Assim, não acreditamos num perfil inovador mas no domínio das competências exigidas para cada uma dessas fases.
A Revista Amanhã publica em sua edição de Novembro uma matéria sobre o tema com nossa contribuição bem como um teste especialmente desenvolvido pela Innoscience para avaliar quais competências você tem mais ou menos desenvolvidas. Vale a pena comprar a revista! Está ótima! Traz também o ranking das mais inovadoras do Sul! Aproveitem!
abs
Max

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Entrevista com Inovador - BASF





Olá,


Tudo bem? Tempos atrás abordamos uma entrevista com o VP de Inovação da BASF sobre inovação publicada pela Revista Exame. Hoje o novo Presidente para AL falou com exclusividade para o BrasilEconomico sobre as perspectivas da empresa com destaque para a inovação. Destacamos os aspectos relacionados a gestão da inovação. Segue abaixo. Para leitura completa acesse www.brasileconomico.com.br Destaque para iniciativas de colaboração com a Monsanto e novas tecnologias em desenvolvimento!

abs
Max


BE - Como será a Basf em 2020 na América do Sul?

RA - Seremos uma empresa com o dobro do volume de vendas atuais e que crescerá acima do mercado nos diversos segmentos em que atua. Isso ocorrerá por meio da inovação, com o desenvolvimento de melhores produtos que atendamas necessidades da região. Mas não temos todas as boas idéias do mundo, às vezes precisamos buscá-las fora, por meio de aquisições ou parcerias.

BE - Quais são os esforços em inovação que irão gerar um melhor posicionamento da empresa na região?

RA - Quase toda inovação no mundo tem como base desenvolvimentos originados na indústria química. A Basf é uma empresa que investe € 1,35 bilhão em pesquisa e desenvolvimento. Uma linha importante de trabalho é a busca de soluções que contribuam para melhorar a qualidade de vida das pessoas e a sustentabilidade do planeta.Na área da construção civil, por exemplo, temos aditivos que permitem a produção de concreto de forma mais econômica e de melhor qualidade. Temos produtos, como o Styropor, colocado entre os tijolos, que gera isolamento térmico e permite uma redução do consumo de energia nos aparelhos de ar condicionado.

Oferecemos tintas sem cheiro e a base d'água, que dispensam solventes que são prejudiciais ao ambiente e a saúde humana. Na área de automóveis, estamos desenvolvendo tecnologias que permitam fabricar baterias mais leves e mais duráveis para os carros elétricos.

Desenvolvemos plásticos que substituem várias aplicações do aço nos automóveis. Carros mais leves consomem menos combustíveis. Nossas soluções em plástico já estão sendo empregadas no Tata Nano, considerado o carro mais barato do mundo.

BE - Quais são as tendências de inovação em defensivos agrícolas?

RA - Estamos desenvolvendo novos sistemas de defensivos adaptados para cada região que atuamos, buscando maior eficiência com maior sustentabilidade ambiental nas ações de combate a fungos, insetos e erva daninha. Mas, no longo prazo, teremos menor uso de defensivos agrícolas e maior presença de transgênicos.

Temos uma colaboração com empresas como a Monsanto e estamos trabalhando no desenvolvimento dos chamados transgênicos de segunda geração. Aqueles que irão gerar ganho de produtividade aos produtores rurais, como os atuais, alimentos mais baratos, mas também benefícios percebidos pelos consumidores, como arroz com mais vitamina ou frutas mais saudáveis.Esperamos apresentar muitas novidades nessa área em um prazo de 5 a 10 anos.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Como estimular a Geração de Ideias?


Olá,


Tudo bem? Super legal a repercussão do nosso artigo na Época Negócios! Valeu!

Bom, nos últimos dias temos sido questionados sobre como estimular inovações. O primeiro passo é ter ideias mas como? Num evento recente nos questionaram sobre o brainstorming, ou "toró de palpite".

Rapidamente esclarecemos que a geração de ideias pode ocorrer de modo espontâneo e induzido. No modelo de indução existem diversas alternativas sendo o brainstorming uma delas. Assim, a primeira dica é não restringir a geração de ideias a um exercício de brainstorming. Há diversas outras formas. Mas pensamos em consolidar nosso aprendizado sobre essa técnica quando me deparei com um artigo da Harvard Management Update sobre o tema.

Algumas vezes o melhor é aprender, copiar e deixar para inovar onde necessário.
Transcrevo abaixo as recomendações para um brainstorming de sucesso! Aproveitem!

abs

Max

Regras para Brainstorming


Existem algumas regras que podemos seguir para termos Brainstorms produtivos nos dias de hoje. Esta é uma receita de sucesso para geração de ideia com a sua equipe:

1.Evite julgamentos. Não rejeite a idéia de alguém se você não gostou...coloque no quadro e talvez seja possível trabalhar ela mais tarde.

2. Busque quantidade. Ter 100 ideias é melhor do que 10, não importa o que você pensa inicialmente sobre a qualidade. Tente estabelecer uma meta de quantidade de ideias a serem obtidas em um determinado espaço de tempo para garantir combustível.

3. Um de cada vez. Quando diferentes conversas estão ocorrendo entre a equipe, ninguém consegue se focar.

4. Seja visual. Rascunhe suas ideias para os seus colegas. Isso vai comunicar a sua idéia mais claramente que apenas palavras, e você ainda pode inspirar algumas novas ideias.

5. Dê um título a sua idéia. Faça isso rápido e sem enrolação, então passe para a próxima.

6. Reconstrua a idéia de outros. Isso estimula as perspectivas de diversas equipes e pode ser especialmente útil quando você se sente preso.

7. Se foque no tópico. A sua ideia de um celular comestível é incrível, mas não durante um brainstorm para tornar ópera mais animada para as crianças.

8. Encoraje ideias selvagens: Quanto mais louco melhor...você nunca sabe o que sua equipe é capaz de fazer com isso.

Para ver essas regras em ação confira esse vídeo feito pelos graduandos John Shinozaki and Jaki Clark, pela estudante de PhD em biologia Leticia Britos, pelo professor da d.school Adam Royalty, e pela professora da East Palo Alto Phoenix Academy Melissa Pelochino. Eles também fizeram esse video sobre como “não” fazer brainstorm.

sábado, 28 de novembro de 2009

As armadilhas da gestão da inovação

Olá,

Tudo bem?
Nas últimas semanas temos trabalhado no lançamento do livro gestão da inovação na prática mas não deixamos de dar atenção ao desenvolvimento de novas ideias sobre inovação.
Essa semana fomos brindados com a capa do site da Revista Época Negócios, uma das publicações mais respeitadas do Brasil. O artigo aborda as Armadilhas da Gestão da Inovação.
São cuidados que devem ser tomados ao implementar um programa de gestão da inovação a partir da nossa experiência em auxiliar empresas de diferentes portes e setores a superar o desafio da inovação.
Acesse http://epocanegocios.globo.com/ e confira!
Aguardamos o feedback!

Abs,
Max.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

2o Congresso Internacional de Inovação
















Olá,

Tudo bem? Estivemos nessa segunda, terça e quarta feira no 2o Congresso Internacional de Inovação na FIERGS em Porto Alegre-RS.

Foi uma oportunidade para reencontrar clientes, parceiros e ouvir alguns especialistas, como o CEO da Strategos http://www.fiergs.org.br/inovacao/2009/noticias.asp?idnoticia=6260 e o Professor Tidd.

Também tivemos a oportunidade de apresentar nosso livro e sortear alguns exemplares. Nosso agradecimento especial a Thaise Grazadio e a Elisabeth Urban do IEL que coordenaram todo o evento!

Maiores informações e acesso ao conteúdo podem ser feitos em http://www.fiergs.org.br/inovacao/2009/index.asp

Você pode acompanhar nossas ideias em http://twitter.com/innoscience_ _
Vamos inovar juntos!

Abs
Max

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Resultados do 1o Sorteio


Olá,

Segue abaixo o nome dos 2 primeiros sorteados

RESULTADO DO 1º SORTEIO
No dia 16/11/2009 a equipe da Innoscience realizou o sorteio dos dois primeiros exemplares do livro Gestão da Inovação na Prática.
Os ganhadores do primeiro sorteio e que receberão em casa o livro são:
BIBIANA ZEREU
MARCELO DANTAS NEPOMUCENO

Observações: o sorteio se deu de acordo com o regulamento, que previa a atribuição de um número a cada pessoa que se cadastrava e a utilização dos dois últimos números sorteados pela loteria federal. Sendo assim, os dois últimos números sorteados pela loteria federal (Resultado) foram 69.351(1º prêmio) e 70.176 (2º prêmio), sendo utilizados os dois últimos algarismos de cada um destes, ou seja, 51 e 76. Como o último número superou o número de inscritos no sorteio, recorreu-se a um terceiro número, 35.930 (3º prêmio) da loteria federal, ou seja, foi utilizado o número 30. Logo, os números sorteados foram 51 e 30, que correspondiam na lista de inscritos aos nomes de Marcelo Dantas Nepomuceno e Bibiana Zereu, respectivamente.

A todos que seguem participando nossos votos de boa sorte! O próximo sorteio é dia 14/12.

abs
Max

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Notícias do Lançamento do Gestão da Inovação na Prática


Olá,

Tudo bem?

O lançamento do Gestão da Inovação na Prática foi um sucesso! Nos deixou cheio de orgulho pela repercussão na mídia e pela presença de nossos convidados! Alunos, clientes, amigos, parceiros e professores estiveram na livraria Cultura do Bourbon Shopping Country de Porto Alegre-RS prestigiando a sessão de autógrafos!
Hoje teremos o primeiro sorteio dos livros no hotsite www.inovacaonapratica.com.br!!
Participe!!!

Abs
Max

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

"Nosso foco é inovação" - Alinhamento Estratégia e Inovação
























Olá,

Foi com a frase acima que o Presidente da MSD, empresa resultante da fusão da Merck com a Schering-Plough, Tadeu Alves, respondeu a Epoca Negócios sobre sua posição em relação aos genéricos.

Sem dúvida os medicamentos genéricos foram uma inovação de oferta e clientes, novos medicamentos, sem marca, que possibilitaram o consumo de clientes anteriormente desatendidos pelos medicamentos de maior valor dos grandes laboratórios.

No entanto, cada empresa tem uma estratégia e a inovação deve estar a serviço dessa estratégia.

Qual sua estratégia e qual o papel da inovação nessa estratégia? Para pensar....

Siga abaixo alguns destaques dessa entrevista.

abs
Max


EN – De que forma que o mercado brasileiro irá atuar? Há previsão de se investir mais na inovação científica local, na área de pesquisa clínica e desenvolvimento de novas drogas?
As duas empresas investem US$ 14 milhões em estudos clínicos por ano no Brasil. Existe quase 400 locais de estudos em desenvolvimento. Há uma preocupação constante em desenvolver e lançar produtos no país com estudos feitos localmente, voltados às necessidades dos brasileiros.

EN – Os genéricos já representam 18% do mercado brasileiro de medicamentos. A MSD deve investir nesse mercado?
Não, definitivamente não. Essa é uma área que já estudamos. Mas, preferimos continuar a investir em nossa área de competência. Genérico é um segmento do mercado, é commodity. O foco principal da MSD é inovação científica e não genéricos, que são commodities. Sendo muito sincero, nós não somos bons nisso. Estamos mais dirigidos para a ciência.

EN - Quais são os ganhos imediatos da MSD com a fusão?
Com a fusão, até 2011, devemos gerar US$ 3,5 bilhões em economia anual com a consolidação de setores como pesquisa, indústria, administração e marketing das duas empresas. E, com isso, podemos crescer no mercado.

EN - Qual é o desafio do Brasil no mercado farmacêutico?
Sem dúvida, o acesso aos medicamentos. Há uma parcela que não consegue comprar os medicamentos. Isso melhorou, mas ainda há um grande desafio de fazer com que esses medicamentos inovadores cheguem a essa parcela que não tem acesso. Para isso, estamos fazendo parcerias com outras empresas, com o governo (público-privada) e com médicos.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Gestão da Inovação na Prática - Repercussões



Olá,

Tudo bem? Estamos muito felizes! O livro Gestão da Inovação na prática www.inovacaonapratica.com.br está tendo enorme repercussão na imprensa especializada como HSM, Jornal do Comercio, ZH, Bandeirantes entre uma série de blogs de negócios que gostaríamos de agradecer!

Anexo algumas dessas notícias.

Semana passada estivemos conhecendo o pessoal da VOCE S/A, Brasil Economico, Valor Economico, Época Negócios e Revista Amanha. Apresentamos o livro e contamos sobre nossas experiências na gestão da inovação. Foi muito interessante conhecer o outro lado de quem se relaciona com inúmeros empresários de diferentes negócios e setores. Fantástico!

Essa semana o Felipe vai palestrar no Conresso da Qualidade do SINDUSCON-RS em Porto Alegre. Eu recém cheguei de uma palestra no curso de GIL - Gestão para Inovação e Liderança na UNISINOS a convite da Prof. Janaina Ruffini. Foi super legal discutir com a galera da graduação. Gostei muito. Senti que eles tem um entendimento da inovação bem acima da média dos demais cursos! Ponto pra Unisinos que inovou nesse mercado nacionalmente.

Estamos esperando a sexta feira e o evento de lançamento na cultura do Boubon Country - Porto ALegre - RS as 19hs.

Apareçam!

Abs
Max

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Aumenta investimento em inovação


Olá,

Tudo bem? Voltamos a discussão de noticias do universo da inovação aqui no Blog. Temos investido bastante tempo no lançamento do livro Gestão da Inovação na Prática, www.inovacaonapratica.com.br!!! Os resultados tem sido muito animadores!
No entanto, nossos olhos permanecem atentos a novas notícias e movimentos do mundo da inovação. Essa semana destacamos uma notícia publicada no Portal da Revista Epoca Negócios que aborda o crescimento do investimento em P&D por parte das empresas brasileiras.

Transcrevemos parte da matéria abaixo. Para leitura na integra http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI102121-16364,00-GASTOS+COM+INOVACAO+CRESCEM+NA+CRISE.html

Gastos com inovação crescem na crise
As empresas brasileiras gastaram 18,7% a mais em P&D em 2008, frente às despesas com o setor em 2007
Por Época NEGÓCIOS Online

Mesmo em meio à recessão mundial, as mil empresas de capital aberto que mais gastam em pesquisa e desenvolvimento (P&D) ao redor do globo aumentaram em 5,7% seus investimentos na área em 2008, em relação a 2007. Já no Brasil, as companhias listadas gastaram 18,7% a mais , segundo pesquisa anual de investimentos globais em inovação realizada pela consultoria Booz & Company.

No ano passado, as mil empresas analisadas investiram US$ 532 bilhões em P&D. No entanto, a alta foi um pouco inferior à média dos cinco anos anteriores, de 7,1%. O faturamento das companhias respondeu aos investimentos, crescendo 6,5% no período e alcançando US$ 15 trilhões, mas ficou abaixo dos 8,6% de anos anteriores. Os gastos com inovação continuaram representando 3,6% da receita.

No Brasil, Embraer, Petrobras e Vale gastaram US$ 2,2 bilhões no desenvolvimento de produtos e processos, montante 18,7% superior ao de 2007. A mineradora investiu 48,4% a mais, o equivalente a US$ 1,1 bilhão. A Petrobras manteve o gasto estável em US$ 929 milhões, enquanto a Embraer reduziu o investimento em inovação em 17,7%, para US$ 107 milhões.

Com o desempenho, as companhias nacionais responderam por 0,41% de todo o investimento privado em inovação no mundo em 2008. O faturamento das empresas brasileiras alcançou US$ 161,9 bilhões, 21,2% a mais do que em 2007. De acordo com a pesquisa, entre os Brics, o Brasil ficou atrás apenas da China, que investiu US$ 2,7 bilhões. Das mil companhias analisadas pelo estudo, quatro eram da Índia, 15 da China e duas da Rússia.


E a sua empresa? Aumentou ou reduziu investimentos?
Nossa experiência mostra que investir mais não é sinônimo de investir melhor. A produtividade da inovação depende da habilidade em gerenciar as quatro fases da cadeia de valor da inovação: idealização, conceituação, experimentação e implementação.
Pense nisso!

abs
Max

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Convite para Lançamento



























Gostaríamos de convidar todos clientes, amigos, parceiros e participantes da comunidade do Innoblog para o evento de lançamento do livro Gestão da Inovação na Prática.

ONDE: Livraria Cultura Bourbon Country

QUANDO: 13/11 – sexta feira

HORÁRIO: 19 as 21hs

abs
Max

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Conheça o Inovação na Prática

Olá,

Entrou "no ar" hoje o Inovação na Prática www.inovacaonapratica.com.br hotsite do livro que estamos lançando. Estaremos recebendo opiniões, sorteando livros, disponibilizando o 1o capítulo para download e muito mais!!! Vale conferir!

Apareçam!

abs
Max

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

O Livro Chegou!


Olá,

Tudo bem? É com enorme satisfação que anunciamos o lançamento do livro Gestão da Inovação na Prática de nossa autoria!

A Ed. Atlas já disponibilizou o livro para venda em seu site no endereço. Obrigado!

Em breve estará no ar o hotsite do livro e iremos divulgá-lo aqui no Blog!

A todos que nos auxiliaram nessa caminhada nosso muito obrigado.

Para compras http://www.editoraatlas.com.br/Atlas/webapp/detalhes_produto.aspx?prd_des_ean13=9788522456154

abs
Max e Felipe

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Quer ser um profissional inovador?

Olá,

Tudo bem?

Não há inovação sem inovadores. Recentemente, o Felipe Scherer colaborou, com uma reportagem do Portal do Administrador onde explorou a inovação nas empresas e a necessidade, cada vez mais intensa, de um profissional com perfil inovador no mercado de trabalho.
A reportagem conta com “Sete dicas para o profissional se tornar inovador” e com o “Passo a passo para o processo de criação dar certo e virar uma inovação”.


Confira em: http://www.administradores.com.br/noticias/quero_ser_um_profissional_inovador/25977/

Abs,
Max

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Experimento com Potencial Inovador na Coca Cola


Olá,

Tudo bem? Seguimos atentos as notícias do mundo da inovação. Essa semana lançamos uma nova versão da Innovation Insight, newsletter da Innoscience sobre gestão da inovação. Também estamos preparando algumas novidades para o Correio da Inovação, nossa revista mensal sobre o tema.
Essa última semana uma notícia publicada na Revista Exame nos chamou atenção. http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0952/marketing/filantropia-resultados-498392.html
Ao longo dos últimos anos a Coca Cola perdeu uma série de oportunidades. O negócio de sucos. O negócio de agua com sabor (H2O). O negócio de Isotonicos. E até o negócio de energéticos. Depois de tais mercados serem criados (alguém inovou) a Coca Cola foi lá e comprou algum grande operador do setor. A que preço?
No entanto, fomos recentemente supreendidos por essa notícia da Exame.
O programa COLETIVO é inédito no mundo e prepara jovens de 17a 25 anos para atuar como parceiro da empresa junto ao público que mais cresce no Brasil e onde a empresa vê enormes possibilidades: a baixa renda.
Durante 2 meses os jovens são preparados com técnicas de venda e produto em salas de aulas montadas dentro da comunidade em parceria com organizações sociais locais. Segundo a Exame "até agora o programa já formou 550 jovens em cinco favelas -- duas na cidade de São Paulo e três em Recife. A ideia, no entanto, é treinar 1 milhão de jovens até 2012, em 1 500 comunidades".
A experiência que segundo a matéria está sendo observada de perto pela Matriz da empresa ainda não deu respostas definitivas sobre o tema. De acordo com os resultados o projeto poderá ser ampliado para outros países como India e China.

O case a nosso ver traz 3 grandes aprendizados para quem quer gerenciar inovação:

1) Pense em todos os tipos de inovações: A empresa está experimentando um novo canal de distribuição, que nós chamaríamos de inovação de presença (vide radar da inovação em www.innoscience.com.br).

2) Abuse da experimentação: A empresa não conseguiria testar essa ideia se não fosse num projeto piloto de menor custo e abrangência que proporcione os aprendizados necessários para uma futura ampliação.

3) A origem das ideias vem do campo: O projeto começou a partir de uma experiência na qual a Coca Cola colocou seus executivos para vivenciar durante 2 dias a casa de famílias de baixa renda.


Pense em como esses aprendizados podem ser utilizados pela sua empresa em seus desafios de inovação.
Compartilhe conosco!

Abs
Max

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Inovação em Manaus!

Durante os dias 14, 15 e 16 de Outubro a Innoscience estará em Manaus, ministrando um workshop sobre Inovação nas empresas. Serão abordados os diversos aspectos da Inovação nas organizações, seus diversos caminhos, as ferramentas de inovação utilizadas pela Innoscience para a gestão da Inovação e apresentados cases de empresas que atingiram a excelência através da inovação.


Inscreva-se já em http://www.megaeventos.biz/Pre-Inscricão.html

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Respostas às Perguntas da Videoconferência SESI


Olá,

Tudo bem?

Dias atrás participamos de uma videoconferência no SESI com mais de 15 locais remotamente participando, perguntando e interagindo. Foi uma ótima oportunidade para ampliarmos o entendimento sobre como melhorar os resultados da gestão da inovação nas empresas.

Aproveitamos para responder a pergunta da Marciane da Multinova.

1) Como criar um ambiente que propicia o surgimento de novas idéias, melhorias e/ou inovações em uma região onde predomina uma cultura de que o empregado faz somente atividades operacionais?

Sem dúvida essa situação descrita é um inibidor da inovação em larga escala na empresa. Para mudar essa situação é preciso contar com o apoio da alta gestão e das médias gerências. Sugerimos um processo de passos:
1- Estimular a tomada de consciência sobre a relevância do tema
2- Consolidar o entendimento do real conceito de inovação e como gerencia-la
3- Definir uma estratégia de inovação inicial
4- Estruturar o processo de inovação seus canais, critérios e recompensas
5- Alinhar as politicas de gestão de pessoas
6- Capacitar as pessoas para inovar

O primeiro passo pode ser convencer a alta gestão a dedicar atenção ao tema. Um artigo, um seminário e uma reunião bem elaborado para discutir o tema pode ser uma forma de iniciar a tomada de consciência.

Coloque como temas para debate na reunião:
- Quais as ultimas inovações de seu setor (produtos, clientes, presença e processos)?
- Quem foi o inovador?
- Como a inovação poderia colaborar com a estratégia da empresa?
- Que medidas poderiam ampliar as possibilidades de inovação na empresa?


Obrigado Marciane!

abs
Max

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Cenex, Inovação e Olá Turista


Olá,

Tudo bem? Na semana passada tivemos o prazer de desenvolver um workshop de 2 dias com o CENEX www.cenex.com.br com executivos de empresas de pequeno, médio e grande porte para discutir a gestão da inovação.

Para simular as 4 fases da cadeia de gestão da inovação (idealização, conceituação, experimentação e implementação) criamos um tema central: a COPA DO MUNDO DE 2014 no BRASIL. A partir daí os grupos sugeriram temáticas para geração de idéias (Símbolos Gaúchos e Turismo para Viajantes de Aventura). Uma série de idéias foram geradas e apenas algumas evoluiram nas demais fases. O interessante é que uma das idéias bem avaliadas já tem um forte concorrente. Em reportagem de hoje no site globoesporte.com a empresa anuncia o que segue:


Profissionais terão a chance de aprender inglês e espanhol gratuitamente em um ano
Se dentro de campo a Copa de 2014 no Brasil promete mexer com a emoção dos brasileiros, fora dele vai se tornar um mundo de oportunidades. Em parceria com o Ministério do Turismo, a Fundação Roberto Marinho criou o programa ‘Olá, Turista’. Nele, profissionais de diversas áreas ligadas ao setor de turismo que atuam diretamente com o público terão a oportunidade de aprender, de graça, em um ano, inglês e espanhol, pelo método de educação a distância.

As inscrições começaram em julho, pelo site www.olaturista.org.br. As aulas devem ter início em setembro. Na primeira etapa do programa, que será piloto, haverá 500 vagas nas cidades do Rio de Janeiro e de Salvador. A partir de janeiro, na segunda fase, 80 mil pessoas poderão participar no Rio, na Bahia e no Amazonas. Garçons, taxistas, artesãos, recepcionistas, telefonistas, barraqueiros, motoristas e guias, todos os que trabalham diretamente com turistas e precisam dos idiomas para se comunicar e mostrar-lhes as belezas naturais de nosso país podem se preparar. O Canal Futura participará do programa, produzindo audiovisuais e chamadas para mobilizar as pessoas.

Os cursos do projeto ‘Olá, Turista’ foram desenvolvidos pela Education First (EF), fundada em 1965. A EF conta, hoje, com mais de 15 milhões de alunos. A metodologia dos cursos de inglês e espanhol inclui aulas de conversação dirigidas por professores on-line com orientações para atividades de estudo individual.


Como será que essa iniciativa vai impactar a idéia gerada no workshop de gestão da inovação do CENEX? É uma ameaça?

Forte abraço
Max

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Innoscience na Revista França Brasil



A Innoscience teve o prazer de colaborar com a reportagem de capa da Revista França Brasil na edição de agosto/setembro, que aborda a temática da Inovação nas Empresas.

Vale a pena conferir!

http://www.conteudoeditora.com.br/publicacoes/?ec=293&cs=9

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Innoscience realiza videoconferência sobre inovação

No dia 31 de Agosto, a Innosciece esteve ministrando a palestra "A Importância de Processos Inovadores nas Empresas" no SESI de Porto Alegre.
Transmitida por videoconferência para 16 localidades diferentes, mais de 400 pessoas puderam acompanhar a palestra e aprender sobre o tema da Gestão da Inovação.


Os Sete Mitos da Inovação na Crise

Olá!

Venho compartilhar com vocês o vídeo que produzimos para apresentação do tema "Os Sete Mitos da Inovação na Crise"!
A crise como todos já sabemos pode ser momento de ameaças, mas também de oportunidades. No entanto, a maioria das empresas, conforme indica uma pesquisa recente, tem optado por não mudar sua estratégia, optando por pequenos avanços nos produtos existentes com foco nos clientes atuais.
Uma série de mitos se consolida em tempos de crise propagados por especialistas que generalizam os problemas e também as soluções, esquecendo que a gestão é uma ciência contextual na qual cada situação apresenta diferentes desafios e enseja diferentes soluções.
Neste vídeo apresentamos uma série de mitos sobre inovação em tempos de crise para que você e sua empresa possam responder adequadamente a atual crise e garantir a competitividade futura de seu negócio.

Abs
Max


terça-feira, 1 de setembro de 2009

Gestão de Inovação na Prática


Olá,

Esse é um post especial pra Innoscience. Eu e Felipe iniciamos essa caminhada há bastante tempo. Na graduação em administração e engenharia. Na atuação como executivos. No mestrado. E claro na atividade de consultoria em estratégia e inovação. Desde 2006 com a formatação da Innoscience, consultoria especializada em gestão da inovação.
Nessa caminhada enfrentamos uma dificuldade significativa. Percebemos que a inovação estava "em pedaços" tanto na prática quanto na teoria que a subsidia.
Optamos por pesquisar, categorizar, testar, aprender e integrar uma série de modelos, teorias, ferramentas, prescrições e cases de fracasso e de sucesso. Essa jornada se intensifica com a publicação pela Editora Atlas do livro "Gestão de Inovação na Prática" na qual apresentamos esse modelo integrado, brasileiro, testado de gestão da inovação.
O lançamento do livro será feito nas próximas semanas. Claro que vamos divulgar aqui no blog e no Correio da Inovação nossa revista sobre inovação. Por enquanto podemos publicar a capa. Diz bem o que é o espírito do livro!
Aos mestres, parceiros, clientes, colaboradores, amigos e familiares que nos apoiaram nessa caminhada nosso Muito Obrigado!

abs
Max

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

A Visão de Gerdau sobre a Inovação...


Olá,

Tudo bem? Estou em Teresina no Piaui realizando um projeto da Innoscience e recebi um email da Revista Amanha www.amanha.com.br com uma entrevista do empresário Jorge Gerdau. Ele responde a diversas perguntas de grandes executivos como o Presidente da Lojas Renner, Reicardo Filizola, Anotnio Tigre da RBS entre outros. Uma das respostas chamou minha atenção em função de abordar o tema da inovação. Transcrevo abaixo.

Ricardo Felizzolla, da Altus - A tecnologia e a inovação formam um fenômeno que se repete em comunidades que têm ambientes propícios a isso, onde se destaca a atitude empreendedora. Hoje, tudo que é criado numa ponta do mundo chega rapidamente do outro lado. Isso gera inovação, que produz riqueza às empresas. Empresas estas que, há dez anos, não existiam, e que hoje faturam bilhões. Vejo esses processos como as duas turbinas de um avião: uma é a gestão e a outra a inovação. Qual o segredo para começar, continuar e perpetuar um empreendimento?

Gerdau - Na Gerdau, são 18 processos e em todos tentamos ser benchmark. Temos que captar recursos mais baratos, capacitar gente, trabalhar métodos. Inovação é inerente aos processos. Mesmo na vida individual, o empresário tem que se capacitar, inovar a atitude, ter atitude inovadora. Tudo muda e eu, empresário, tenho que ter a capacidade de me adaptar a isso. Hoje, a gente se forma na faculdade e no dia seguinte já estamos superados. Esse é o desafio da vida moderna. É quase assustador, mas preciso buscar a perfeição operacional e a inovação sobre todos processos que executo. O mundo se move para quem se mobiliza mais. É um desafio fantástico e que precisa incorporar a palavra benchmark. Deveria existir isso no setor público, mas não há. Como consequência, a sociedade é obrigada a carregar uma estrutura extremamente conservadora.

Sempre que Jorge Gerdau fala sobre inovação é interessante pararmos para ouvir. Sua visão sobre o tema nessa entrevista tem três pontos essenciais:

- Visão Ampliada de Inovação: Para ele fica claro que a inovação não é apenas um produto mas um tipo de movimento a ser feito em todos os processos da empresa.
- Visão Atitudinal da Inovação: Para Gerdau inovação tem a ver com a atitude do empresário. Noutra perguntas que encontra-se no site da Amanha ele diz que o empreendedor "é um animal de caça" em face de sua busca constante pelas novas oportunidades.
- Visão Integrada da Inovação: Fica claro que na visão do empresário a inovação deve ocorrer junto com a gestão como mais uma prática organizacional e não em um processo separado apenas para os "eleitos".

Vale pensar no assunto. Como a inovação é tratada na sua empresa?

Compartilhe conosco.

Abs
Max

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Funding para Inovar...

Olá,

Tudo bem?

Estamos preparando a nova edição do CORREIO DA INOVAÇÃO. Se você quiser receber as edições antigas envie email para innoscience@innoscience.com.br

Abaixo publico uma relação de sites e empresas nas quais é possível obter informações sobre recursos financeiros para inovação.

Vale conferir!

abs
Max


• FINEP: http://www.finep.gov.br/
• MCT: http://www.mct.gov.br/
• SCT – RS: http://www.sct.rs.gov.br/polos
• CNPq: http://www.cnpq.br/
• SEBRAE: http://www.sebrae.com.br/paginaInicial
• BNDES: http://www.bndes.gov.br/
• Banco do Brasil: http://www.bb.com.br/
• BID: http://www.iadb.org/?lang=pt
• FINEP:http://www.finep.gov.br/
• CRP Participações: www.crp.com.br
• Buffalo Investimentos: www.buffaloinvest.com.br
• Capital Semente: www.confrapar.com.br
• DGF Investimentos: www.dgf.com.br
• Eccelera: www.eccelera.com
• Fir Capital: www.fircapital.com
• Gavea Angels: www.gaveaangels.org.br
• Gávea Investimentos: www.gaveainvest.com.br
• GP Investimentos: www.gp-investments.com
• Ideiasnet: www.ideiasnet.com.br
• Intel Capital: www.intel.com/capital/
• Jardim Botânico Partners: www.jbpartners.com.br
• Monashees Capital: www.monashees.com.br
• Prosperitas: www.prosperitas.com.br
• Rio Bravo: www.riobravo.com.br
• Stratus: www.stratusbr.com/
• UBS Pactual: www.ubspactual.com.br

quinta-feira, 30 de julho de 2009

De novo a Starbucks... experimentando...


Olá,

A Starbucks maior rede de cafeterias do mundo está buscando as mais variadas alternativas para recuperar seu prestígio e voltar a crescer. Já abordamos nesse blog alguns movimentos de inovação aberta e experimentação como o caso do "Cartão Pré-Pago de Café".

Essa semana apresentamos uma nova iniciativa. Pressionada de um lado pelas cafeterias independentes e de outro pelo Mc Café a empresa está tentando encontrar uma inovação de presença (veja os doze tipos de inovação em www.innoscience.com.br) a partir de um novo modelo de loja. Segundo reportagem no site da Exame, a nova loja foi batizada como 15th Avenue E Coffee and Tea. Segundo a reportagem "a loja procura atrair a clientela oferecendo cafés e chás produzidos da forma mais artesanal possível, em um ambiente repleto de móveis rusticos de madeira".

Interessante a idéia. Parece que aquilo que aportava valor para a Starbucks está na realidade sendo um peso nesse momento de crise. Para nós que atuamos com gestão da inovação cabe analisar o processo de busca de inovações da empresa. Ao invés de tentar remontar por completo seu modelo de negócio numa operação que seria altamente arriscada a empresa optou, como de costume, por iniciar com um projeto piloto que proporcione os aprendizados estratégicos necessários de forma rápida e com baixo custo.

Não se espantem se daqui alguns meses a empresa estiver ampliando esse modelo de loja, ou mesmo, se tiver fechado essa loja recém inaugurada. Sem ousadia, risco e erro não há inovação.

O futuro da Starbucks vai depender de sua capacidade de errar os erros certos que a leve aos aprendizados necessários para o desenvolvimento de novos formatos de lojas.

É esperar e acompanhar para ver!

abs
Max

terça-feira, 28 de julho de 2009

De volta aos trabalhos....adequação x inovação


Olá,

Tudo bem? Demoramos algum tempo mas estamos de volta.... O último mês foi uma correria na consultoria. Projetos e mais projetos. Na última semana participamos do 10o congresso internacional de gestão do PGQP em Porto Alegre e da Reunião Almoço da CICS em Canoas-RS abordando o tema da INOVAÇÃO. No primeiro, eu e Felipe Scherer ministramos um programa de open innovation. Mostramos que essa é uma alternativa viável para empresas de diferentes portes, setores e culturas. Tivemos o prazer de contar com a participação da Miriam Cechin da Silva, Gerente Geral da Banricoop Cooperativa de Crédito nossa cliente relatando sua experiência com o projeto "Idéias de Futuro" que já relatamos aqui no blog.

Na CICS apresentamos um panorama da inovação na crise a partir dos 7 mitos da inovação na crise. Tive o prazer de estar com o pessoal da Paviolli Massas e ser muito bem recebido.

Nessas andanças um tema tem me chamado atenção. Vemos que 3 aspectos minoram o desempenho da inovação nas empresas. Me aprofundarei num deles: as dificuldades de entendimento do conceito.
Lembremos: Inovação é a transformação de novas idéias em resultado.
Aplique o seguinte teste:
- é novo?
- traz resultado?


Quando realizamos programas de capacitação e consultoria a dúvida persiste.
- Qual resultado? Pra ser inovação deve ser um resultado expressivo seja ele econômico ou social.
- Novo em relação ao que? Em relação ao mercado claro.

Não basta ser novo para a empresa. Temos visto empresas que entendem que inovam quando elas adotam práticas que antes não utilizavam mesmo que tais práticas sejam amplamente difundidas nas demais empresas do mercado.
A isso nós chamamos de adequação. Inovação, seja um produto, processo ou prática de gestão deve ser comparada sempre com o mercado. Do contrário não é inovação mas equiparação.

Pense nisso!

Abs
Max

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Inovação de Presença na Nestlé


Olá

Uma dos tipos mais frequentes de inovação é a de Presença, desenvolver novos canais de distribuição para acessar e se relacionar com o cliente. A Nestle Brasil criou há três anos um sistema de vendas porta-a-porta dque agora, conforme reportagem do Valor Economico está chegando no Nordeste do país.

O programa chama "Nestlé vai até você" e funcionava apenas em Estados da região Sudeste, principalmente em bairros onde se concentram consumidores das classes C, D e E.

Segundo a matéria, "com 50 revendedoras no Recife, o sistema deve ser inaugurado na capital pernambucana ainda este mês e deve se expandir para outros Estados da região".

O modelo, inspirado em cases consagrados com Avon e Natura, em seu primeiro ano de funcionamento formou um grupo de 800 revendedoras sendo que hoje somam 6 mil representantes.

Esses representantes vão de casa em casa, vendendo produtos da companhia acondicionados em carrinhos com isolamento térmico. A reportagem destaca que "segundo a companhia, a área de negócios voltados aos consumidores emergentes cresceu 15% no Brasil em 2008 e teve mais de R$ 1 bilhão em vendas".

Sem dúvida a criação de canais de distribuição eficientes e de baixo custo é um dos principais desafios para atendimento desse consumidor. A Nestlé Brasil parece adotar a experimentação como forma de consolidar esse modelo para futura utilização em larga escala.

Você tem alguma experiência de inovação de presença para atender consumidores das classes C , D e E? Conte pra gente que iremos explorar aqui no Innoblog!

Abs
Max

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Mais de inovação aberta


Olá,

Tudo bem? Estamos de volta com toda força. Optei por retomar um assunto que está na pauta. A inovação aberta. As empresas precisam romper suas fronteiras originais e buscar recursos dos mais diversos junto a seus clientes, parceiros, canais, fornecedores entre outros para melhorar a produtividade da inovação.

Em Julho a Innoscience ministrará um workshop de Inovação Aberta no Congresso Internacional de Qualidade do PGQP.

Até lá vamos debater o tema. Abaixo transcrevo uma entrevista sobre a questão abordando a inovação aberta nas pequenas e médias empresas.

Vale a leitura!

SDS ESPECIAIS
Max


Inovação aberta não é só para gente grande

Por Katia Simões

Wim Vanhaverbeke: “As empresas que sobreviverão serão aquelas que farão o melhor uso das tecnologias e não necessariamente as mais avançadas”
Co-autor do best seller “Open Innovation: Researching a New Paradigm”, o belga Wim Vanhaverbeke, 49 anos, assegura que a prática da inovação aberta é tão importante para o velho mundo industrial como para os países em crescimento como o Brasil, a China e a Índia. Definida como a troca de conhecimentos e tecnologias entre empresas e instituições, a prática abre caminho para as pequenas empresas ganharem mercado com mais eficiência e qualidade.
O que é inovação aberta?
É o movimento de entrada e saída do conhecimento das empresas e das instituições, entre elas, universidades e centros de pesquisa. É o caminho para colocar novos produtos no mercado, com menos custo e mais agilidade, pois conhecimento e tecnologia são ingredientes cada vez mais caros e complexos.

Como funciona na prática?
O objetivo é somar conhecimentos e tecnologias. Para tanto, é essencial estar preparado para trabalhar em grupo, interagir com vários departamentos não só da própria empresa, mas das empresas parceiras, e fazer com que equipes que inicialmente tinham objetivos diversos, passem a buscar uma solução única com eficiência. O processo não é fácil. Até há pouco tempo, os empreendedores desenvolviam seus produtos internamente, não revelavam seus segredos. Agora é preciso olhar para fora e capturar novas ideias, partilhar conhecimento e tecnologias.

Todo empreendedor está apto a praticar a inovação aberta?
Não. Para olhar além dos seus domínios é preciso ter uma visão aberta, saber dividir objetivos e lucros em proporções iguais. É essencial, ainda, contar com um novo perfil de colaborador, alguém que tenha uma boa rede de relacionamentos e não seja apenas um técnico. Posso dizer que 80% das empresas que visito falham na implantação do conceito de inovação aberta. Entre os exemplos de sucesso estão as gigantes Nokia, Proctor & Gamble e Intel.

As pequenas empresas se enquadram nesse novo cenário?
Claro. Elas são mais flexíveis e ágeis para desenvolver tecnologias específicas, porém precisam ganhar escala e diminuir custos de produção. Isso é possível quando praticam a inovação aberta em parceria com as grandes empresas. Essa relação, porém, tem que garantir vantagens competitivas para os dois lados, somando habilidades e extraindo o melhor de cada um. É importante enfatizar que a relação deve ser de parceria e não de poder ou de domínio do maior sobre o menor.

Qual o estágio da inovação aberta no mundo?
Podemos dizer que a inovação aberta vive o auge da infância. O conceito é conhecido em vários países desde os anos 90, mas só foi efetivado em muitos deles no início desta década. A prática começou nos Estados Unidos, seguiu para a Europa e já chegou à China e à Índia. Não ganhou espaço no Japão e é uma incógnita na América Latina.

Qual o segredo para se alcançar o sucesso com a prática da inovação aberta?
É ter uma visão de negócio, não apenas inovar por inovar. É preciso gerar dinheiro com o desenvolvimento. No mundo, há uma abundância de tecnologias. As empresas que sobreviverão com fôlego financeiro serão aquelas que farão bom uso da tecnologia que criaram e não necessariamente as mais avançadas.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Jack Welch recomenda empreender na crise


Olá

Tudo bem? Demorei para colocar um novo post pois as últimas semanas tem sido intensas na Innoscience. Palestras, seminários, consultoria...ufa! O importante é que o tema da inovação ganha mais e mais visibilidade e interesse da comunidade empresarial. Aqueles que tem se jogado nessa cruzada tem percebido que as ferramentas da Qualidade não se aplicam para a gestão da inovação.
Nesse momento de crise, inclusive desenvolvemos a 3a edição do nosso CORREIO DA INOVAÇÃO, com esse enfoque, muitas pessoas tem se questionado se vale a pena empreender. Ano passado, durante um evento do SEBRAE que participamos abordei a questão. Mas nada melhor do que um artigo do mítico CEO Jack Welch, maior executivo do século passado para clarificar a coisa. Em recente artigo na EXAME ele destacou as razões de empreender nesse momento.
Aproveitem!
Abs
Max

É hora de empreender

Este é um bom momento para abrir um negócio? (Anand Deb, Vancouver, Canadá)

O quê? Será que lemos direito? Se for isso mesmo, obrigado. Em meio à avalanche de e-mails que temos recebido ultimamente de gente se sentindo em pânico, irada e/ou deprimida por causa da economia e do que ela tem feito à sua carreira, sua pergunta tão objetiva foi uma agradável surpresa.

Foi também uma ótima oportunidade para que nos déssemos conta de que, sem dúvida, este seria um momento excelente para abrir um negócio. Na verdade, há pelo menos quatro razões muito fortes para isso, mas só se o negócio que você está pensando em abrir for aprovado no teste mais importante de todos: o de vender mais por menos.

Não estamos falando aqui de vender apenas um pouco mais por um pouco só a menos. Em tempos de recessão, nenhuma empresa nova terá grandes chances de sucesso, a não ser que trabalhe com uma proposição de valor nitidamente superior às disponíveis no mercado. É verdade que até pouco tempo atrás era possível pegar um produto ou serviço do concorrente, modificá-lo ligeiramente ou introduzir um ou dois recursos novos e convencer os clientes a pagar mais por ele. Mas hoje todo mundo está na defensiva e os dias de vendas com margens gordas se foram - e é provável que a situação persista por um bom tempo. Portanto, se você é um empreendedor cujo produto ou serviço irá melhorar de fato a vida das pessoas - a um custo significativamente mais baixo do que o da concorrência -, saiba por que talvez este seja o momento certo de levar sua ideia adiante.

Em primeiro lugar, se há uma coisa de que toda empresa nova precisa para ir à luta é de gente esperta, disposta a ganhar. E há um público aí hoje, como há muito tempo não se via, à espera de alguém que se disponha a conquistá-lo. É claro que toda demissão é um baque terrível e há milhões de histórias pessoais dolorosas por trás das altas taxas de desemprego no país. Mas o fato é que novas empresas nascem ou morrem dependendo da rapidez com que conseguem formar equipes brilhantes, flexíveis e com muita garra. O clima atual facilita o processo, já que a escassez de trabalho é de tal ordem que não faltam profissionais experientes e MBAs recém-chegados ao mercado em busca de emprego.

Em segundo lugar, e em estreita correlação com o que acabamos de expor acima, aparece um elemento mais efêmero: uma urgência generalizada e uma dose de humildade que hoje caracteriza as pessoas. A implosão da economia baixou a bola de todo mundo. Os antigos "Mestres do Universo" descobriram que são seres mortais, e quem achava que tudo girava em torno de si mesmo se deu conta de que o fracasso de suas empresas é também o seu fracasso. Portanto, o clima atual não só facilitou a contratação de bons profissionais como também promoveu entre os empregados uma nova compreensão acerca da importância do trabalho em equipe e da produtividade sem tréguas. Essa "vibração", na falta de uma palavra melhor, é a esperança de todo executivo e o sonho de todo empreendedor.

Em terceiro lugar aparece o dinheiro - sob uma ótica positiva. Apesar das notícias que todos temos acompanhado sobre o recuo do mercado de crédito, não faltam linhas de financiamento para novas empresas, sobretudo para aquelas que conseguem oferecer mais por menos. É óbvio que não estamos dizendo aqui que o empreendedor de hoje deva esperar aquele mundo de contos de fadas de antes, em que o dinheiro parecia crescer em árvores. Contudo, há muitos bancos regionais dispostos a emprestar, e as empresas de capital de risco estão sempre prontas a investir em ideias revolucionárias - afinal de contas, as novas empresas são a alma do seu negócio.

Por fim, abrir um negócio hoje vai deixá-lo em ótima situação no momento em que a recuperação econômica se consolidar. Pense no seguinte: se você abrir um negócio agora, sua empresa contará com profissionais inteligentes e cheios de energia que aprenderam a trabalhar juntos para manter os custos baixos e o índice de inovação elevado. Sua empresa não terá de lidar com um sistema de custos oneroso, não sofrerá com as cicatrizes deixadas pelas demissões e com o baixo moral que as acompanha. Em outras palavras, você estará em condições de pegar a primeira onda da reviravolta econômica. Isso não é ótimo?

Mais uma vez, obrigado por sua pergunta. Neste momento o mundo precisa que milhares de empreendedores façam a mesma pergunta que você fez. Nossa esperança é que eles descubram que não há cenário melhor que o atual para começar de novo.

Fonte: Exame

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Novo Ranking BCG de Países Inovadores


Olá,

Tudo bem? Começa mais uma semana e os esforços para inovar não param. É impressionante como o tema tem ganho destaque na agenda empresarial. A FIERGS (federação das indústrias do Rio Grande do Sul) lançou recentemente uma campanha para fomentar a inovação no Estado.
Também não param de aparecer Rankings que abordem a inovação. A Revista Epoca Negócios publicou uma matéria com o ranking dos países

Abaixo segue a lista dos 10 países mais inovadoras entre os quais o Brasil, infelizmente, não aparece.

Em tempos de crise, é ainda mais importante para um país ser reconhecido como um ambiente pró-inovação e, assim, atrair investimentos. Mas quais são hoje os países mais inovadores? O Boston Consulting Group saiu a campo para medir quesitos como educação, qualidade da força de trabalho, infraestrutura e desempenho das empresas. Conheça os dez campeões da inovação. (Em tempo: o Brasil não se classificou entre os 30 melhores.)

Cingapura
Coreia do Sul
Suíça
Islândia
Irlanda
Hong Kong
Finlândia
Estados Unidos
Japão
Suécia

Para leitura da matéria acesse o link
http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI66731-16363,00-DESTINO+INOVACAO.html

Para o relatório completo acesse
www.bcg.com

E você? Acredita que podemos transformar o Brasil num polo de inovação como Cingapura em 10 anos?

Abs
Max

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Ambiente Institucional e Inovação


Olá,

Tudo bem? Nossa visão de inovação coloca, sempre, a empresa como protagonista e dona de seu destino. É ela que tem que buscar as soluções para os desafios que enfrenta independentemente das condições que o mercado oferta. É a própria empresa que com a inovação tenta, ao invés de se adaptar, influenciar o mercado. Mudar a estrutura do setor. Criar um novo segmento de mercado (Diario Gaucho). Desenvolver uma solução mais completa (IBM). Desenhar uma nova cadeia de fornecimento (GM) ou redesenhar o PROCESSO (TOYOTA).
No entanto, alguns elementos do contexto externo podem inibir ou alavancar a inovação de países, cidades e regiões. Pesquisas indicam que o grau de instrução educacional, solidez legal, abertura à livre iniciativa, incentivos fiscais entre outros aspectos podem auxiliar a inovação.
A cidade de Porto Alegre-RS está desenvolvendo uma série de medidas junto a Prefeitura Municipal, coordenadas pelo COMCET - Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia no sentido de amplair as condições para a Inovação e definir o foco da inovação na cidade de Porto Alegre.
Na próxima segunda feira, 4 de maio o Prefeito Jose Fogaça irá conduzir o painél: Visões, Percepções e Expectativas de Ciência, Tecnologia e Inovação. O evento ocorrerá no Salão Nobre da Faculdade de Direito da UFRGS (Av. João Pessoa, 80) a partir das 10hs.
Apareça por lá! Estaremos acompanhando os trabalhos e monitorando os avanços de Porto Alegre para se tornar uma cidade inovadora e propícia à inovação.

abs
Max

Na última quarta-feira, estivemos na CIC - Câmara de Indústria Comércio e Serviços - de Caxias do Sul, apresentando a palestra "Os 7 Mitos da Inovação na Crise".
Abaixo segue a reportagem publicada no Jornal O Pioneiro, sobre o evento.



Link da notícia: http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/plantao/10,2484630,Inovacao- e-apontada-como-saida-para-a-crise.html

terça-feira, 28 de abril de 2009

Novo ranking de países inovadores


Olá

Tudo bem? A respeitada revista inglesa The Economist publicou recentemente um ranking avaliando as 82 economias mais inovadoras. Segundo o estudo, elaborado pela divisão de inteligência da revista, o Brasil caiu da 48ª para a 49ª posição, em relação há dois anos, quando foi analisado o período 2002-2006. Nesse ultimo biênio a a China, pulou da 59ª para 54ª colocação do índice, um avanço que o grupo esperava que fosse alcançado somente após cinco anos.

Segundo matéria sobre o relatório:

O relatório classifica como "impressionante" a melhora da China em tão pouco tempo e considera que esta subida responde aos esforços chineses em construir uma economia mais inovadora através de um forte investimento em pesquisa, desenvolvimento e educação.
No entanto, segundo o diretor da publicação a China terá que prestar atenção a fatores como "uma frágil proteção da propriedade intelectual, a restrição no fluxo de ideias científicas e excessiva burocracia".

Para elaborar o estudo, o grupo mede a inovação dos países em virtude do número de patentes concedidas nos diferentes países nações por parte das agências de patentes dos Estados Unidos, da União Europeia e do Japão, assim como o nível de pesquisa e desenvolvimento e da capacidade tecnológica da força de trabalho dos países.

A EIU espera ainda que os Estados Unidos caiam da quarta para a quinta colocação no período 2009-2013, inclusive porque seu relatório adverte que a atual crise econômica global afetará a capacidade inovadora de muitas economias.

1º Japão

2º Suíça

3º Finlândia

4º Alemanha

5º Estados Unidos

6º Taiwan

7º Suécia

8º Israel

9º Holanda

10º Dinamarca

49º Brasil

O que você acha desse raniking? Ele difere daquele de empreendedorismo que discutimos semanas atrás. No entanto, fica claro que o Brasil tem um caminho extenso a percorrer para se transformar numa das economias mais inovadoras do mundo. Alguns esforços tem sido feitos mas é preciso continuar.

sexta-feira, 24 de abril de 2009



No dia 12 de Maio a Innoscience estará participando do evento Moda Insights - que aborda assuntos de Moda, Tecnologia e Inovação - apresentando uma palestra sobre a Gestão da Inovação em empresas de moda.

Para maiores informações e inscrições, acesse o site: www.feevale.br/modainsights

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Planejamento Estratégico e Inovação


Olá,

Tudo bem? Ontem estivemos palestrando sobre "Os sete mitos da inovação na crise" junto a CIC Caxias do Sul. Depois de abordarmos o conceito e a relevância da inovação discorremos sobre os mitos da inovação na crise. Ao final do encontro um participante fez uma pergunta que transcrevo adaptada abaixo:

PERGUNTA: O fato de uma empresa ter um planejamento estratégico que leve em consideração seus diferentes públicos de interesse (stakeholders) quer dizer que ela é uma empresa inovadora?

Resposta Innoscience: Não, de forma alguma. O fato de ter um planejamento estratégico é garantia de que a empresa tem um direcionamento explícito baseado numa análise de seus diferentes ambientes (econômico, social, tecnológico, político). No entanto, não há qualquer garantia de que o PRODUTO desse planejamento, ou seja, a ESTRATÉGIA da empresa será inovadora. Para um HABIBs que tranformou o varejo brasileiro de fast food quantos imitadores existiram? Para um Diário Gaúcho, jornal popular do Grupo RBS no Rio Grande do Sul que criou um novo mercado quantos jornais iguais aos demais foram lançados e morreram no caminho?

Realizar planejamento estratégico não é sinônimo de ser inovador, afinal muitas empresas já o fazem. Se, no entanto, a estratégia gerada a partir do planejamento estratégico ROMPER COM AS PRÁTICAS EXISTENTES ela pode se transformar numa inovação.

No entanto, segundo nossa experiência a maioria dos processos de planejamento estratégico é uma continuidade do status quo e não um ambiente aberto ao questionamento. Além disso, muitas empresas inovadoras não tem um processo de planejamento estratégico mas mesmo assim geram continuamente um conjunto de inovações.

Compartilhe suas experiências de planejamento estratégico e inovação conosco. O planejamento estratégico de sua empresa está adequado para gerar inovações?

Abs
Max

terça-feira, 14 de abril de 2009

Innoscience no Portal da Revista Época Negócios!


Temos o prazer de comunicar a publicação do artigo "Os 7 Mitos da Inovação na Crise" de autoria dos consultores Maximiliano Carlomagno e Felipe Scherer, no Portal da Revista Época Negócios. Convidamos os clientes, parceiros e amigos à acessar o link abaixo para discutir e comentar as idéias sobre como melhorar a produtividade da inovação na crise.

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI68043-16366,00-OS+SETE+MITOS+DA+INOVACAO+NA+CRISE.html

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Gerdau em Inovação e Empreendedorismo


Olá,

Tudo bem? Segue nossa cruzada para melhorar a produtividade da inovação. Das áreas da gestão a inovação é uma das de maior poteniclal porém na qual se perde mais recursos. Precisamos abordar a gestão da inovação como abodamos a gestão financeira, de marketing, da produção. Renovar o negocio atual e criar os negócios do futuro é tarefa crítica para a sobrevivência e desenvolvimento de qualquer organização. Da mesma forma que gerenciamos a operação também precisamos gerenciar a renovação. O Dr. Jorge Gerdau Johannpeter, Presidente do Conselho de Administração da Gerdau e do MBC (Movimento Brasil Competitivo) em artigo recente no Jornal Zero Hora de Porto Alegre, aborda a inovação e sua relevância para a competitividade de nossas empresas. Vindo de um dos maiores executivos Brasileiros a recomendação merece reflexão!

SDS ESPECIAIS
Max



O quanto somos inovadores?, por Jorge Gerdau Johannpeter*
A capacidade de inovar define o futuro de qualquer empresa, governo ou nação. Em momentos de crise, quando muitas empresas e seus colaboradores buscam a sobrevivência no mercado, a inovação assume uma importância ainda maior. Entretanto, para adaptar-se rapidamente às oscilações do ambiente e desenvolver soluções criativas, é preciso constantemente perguntar-se o quanto somos inovadores em nosso dia-a-dia.

Numa empresa, espera-se que todos se façam essa pergunta diariamente e as organizações precisam incentivar, cada vez mais, esse tipo de atitude. A inovação, muitas vezes, é vista como o lançamento de um novo produto, mas ela também pode ocorrer nas áreas do design e de processos. Na atividade industrial ou na prestação de serviços, por exemplo, a informática tem sido o principal fator de inovação, gerando ganhos de produtividade imensuráveis.

Para grandes pensadores da gestão moderna, como Michael Porter, Robert Kaplan e David Norton, o uso de determinadas ferramentas ajuda a manter o ambiente criativo, essencial para que haja inovação. Um exemplo disso é a necessária conexão entre a estratégia e a operação dos negócios, de forma que todos os colaboradores saibam como podem contribuir para que a empresa atinja o patamar esperado, ou seja, ao compartilhar um desafio e prover as informações necessárias, há um maior envolvimento das pessoas. Adicionalmente, deve-se sempre buscar a melhoria contínua, por meio do PDCA, um instrumento já amplamente utilizado, tanto no nível operacional quanto no nível estratégico, que significa planejar, fazer, verificar e agir corretivamente.

Para um país ser inovador, não basta apenas o esforço das empresas. É preciso que as suas instituições também estimulem esse comportamento, buscando minimizar a burocracia excessiva, a baixa confiança existente entre os agentes da sociedade e o conservadorismo, os quais destroem a iniciativa das pessoas. E os governos possuem um papel fundamental nessa caminhada. No Brasil, a cultura da inovação precisa ser incentivada, estimulando pesquisas acadêmicas e suas aplicações no desenvolvimento de novos produtos e serviços. Sem dúvida, o primeiro passo foi dado, por meio da definição de legislações sobre o tema nos níveis federal e estadual.

Um indicador que mostra a realidade nacional é a recente pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP). Apesar de os brasileiros figurarem como 13º povo mais empreendedor entre 43 países, apenas 3,3% dos entrevistados no país consideraram seus produtos inovadores. Além disso, 85% deles afirmaram que suas tecnologias são utilizadas há mais de cinco anos, o que demonstra uma limitação competitiva importante.

Num mundo cada vez mais ávido por novidades, a estagnação leva seguramente ao fracasso. Precisamos escolher se queremos ser uma sociedade repetitiva e, consequentemente, estagnada e medíocre, ou se vamos assumir uma atitude inovadora e empreendedora, buscando soluções para enfrentarmos a crescente concorrência no mercado internacional.